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Preços do algodão estão firmes no mercado brasileiro

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Os preços domésticos do algodão trabalham firmes com uma liquidez maior que a habitual neste fim de ano. A maioria das tradings está ausente do mercado e os agricultores prefiram deixar as vendas para o próximo ano, muitas indústrias vêm se abastecendo antes de entrarem em férias coletivas. Outro fator de suporte é a intensificação das exportações da pluma nas últimas semanas com a elevação das cotações globais e um câmbio favorável. A menor quantidade de vendedores no mercado acaba puxando os preços.

Nos últimos sete dias, o indicador Cepea/Esalq com pagamento em oito dias subiu 0,1%, para R$ 1,58 por libra-peso. Neste mês, o índice registra valorização de 2,8%. Em Nova York, o contrato março de 2013 do algodão – atualmente o mais negociado – avançou 0,2% em uma semana, acumulando ganho de 1,3% em dezembro. A demanda aquecida por algodão norte-americano e um sentimento mais otimista em relação à economia mundial distanciaram os preços internacionais do nível psicológico de 70 centavos de dólar por libra-peso. Mas o encarecimento da fibra pode inibir o apetite dos compradores estrangeiros. O mais recente levantamento semanal de exportações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) já apresentou uma redução das vendas ao exterior.

Foram negociadas 283.900 fardos na semana encerrada em 6 de dezembro, o que representa uma queda de 24% ante a média das quatro semanas anteriores. No mercado interno, volumes razoáveis têm sido comercializados. A Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM) registrou 6.919 toneladas da safra 2011/2012 entre 11 e 14 de dezembro, das quais 3.247 toneladas foram vendidas internamente e 3.672 toneladas para exportação. Outras 10.000 toneladas da próxima colhida foram relatadas pela BBM neste mesmo período.

No acumulado do ano, os negócios somam 932.911 toneladas e 305.517 toneladas, respectivamente. Até o momento, as condições climáticas têm permitido aos produtores brasileiros avançar com o plantio de algodão da 1ª safra em Mato Grosso e na Bahia, dois principais Estados produtores da pluma. A Somar Meteorologia projeta mais chuvas sobre todas as regiões de cultivo do Centro-Oeste. Para a Bahia, não há previsão de precipitações generalizadas nos próximos 10 dias. Apenas mais no fim do mês e no início de janeiro é que as chuvas voltam para região. Segundo a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), 82% da área que será dedicada à commodity nesta temporada já foi semeada. Os trabalhos devem ser concluídos até o fim de dezembro, a não ser para aqueles que pretendem plantar irrigado.

Fonte: Carlos Cogo

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